Archive for outubro, 2010


A coragem é o primeiro passo a ser aprendido.
E por que é preciso coragem para viver?
Porque a vida é insegurança, na vida tudo é transitório. Se você fica preocupado demais com proteção, com segurança, você permanecerá estagnado, confinado a um pequeno cantinho, quase que em uma prisão, construída por você mesmo. Será seguro, mas não será vivo, não terá aventura, não terá êxtase. A vida consiste em explorar, entrar no desconhecido, alcançar as estrelas!
Osho

 


Quanto maior a escuridão ao seu redor, mais necessária será sua luz interior. Mais forte terá que ser o seu poder pessoal para não se deixar influenciar pela negatividade que vem de fora.

Sempre que você estiver entre pessoas zangadas, irritadas, ressentidas, desanimadas ou cínicas, é quando você pode fazer a grande diferença e se manter positivamente centrado.


Claro que não é fácil. Com freqüência reagimos à negatividade sendo negativos também.
Com isso, conseguimos apenas piorar a situação. Mas você tem a opção de não reagir. Você tem a opção de seguir seu próprio curso, mantendo-se fiel ao que voce acredita.

Só porque as pessoas ao seu redor agem negativamente, não significa que você também deva agir dessa forma.

Quando todos ao seu redor estiverem frustrados e impacientes, esforce-se ao máximo para manter a calma , a paciencia e uma postura positiva.

Quando todos ao seu redor estiverem zangados, esforce-se para ser a voz da razão e da compaixão.

Quando todos ao seu redor estiverem desanimados, ofereça a esperança.

Nunca se esqueça:se algo te levou a ler esse texto é por que voce é diferente e tem uma compreenção mais ampla e clara da realidade,tem ferramentas e habilidades que muitas pessoas  não tem.Tem um maior dominio sobre os seus pensamentos e sobre suas emoções.

É na adversidade que voce tem as maiores oportunidades para colocar em prática tudo que voce aprendeu e ser feliz a cada momento.

É na hora da batalha que se conhece o guerreiro !

Carlos Humberto Soares Jr.

“O amor verdadeiro existe no coração. Este amor não pode ser pronunciado nem expresso em palavras. As palavras pertencem ao intelecto. Não há amor nas palavras, só ego. Vá além das palavras para chegar ao coração.” Amma

 

 

 

Certo dia, perguntou-me um homem:
Poeta, qual tua Religião?
A ele respondi:
“Minha religião é o Amor.”
Mas, não freqüentas templos ou rituais?
Indagou-me o homem.
Eu lhe disse:
“Meu templo é Toda a Natureza
E meu Ritual é o Silêncio de meu Coração.”
Não satisfeito, indagou-me o homem:
E Deus… que é Deus para ti?
Eu apontei para cima, para o firmamento.
Era noite e as Estrelas Divinas reluziam no alto.
“Eis DEUS, disse-lhe.”

(Awmergin, o Bardo)

 

Os animais curam

A convivência com animais de estimação pode contribuir não só para o bem-estar psicológico, mas também para a prevenção e tratamento de várias patologias. A conclusão tem como base a revisão de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, realizado por pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades. Os cientistas destacam, por exemplo, a melhora da imunidade de crianças e adultos, a redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado. O objetivo do mapeamento, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), era enfatizar informações relevantes e pouco conhecidas sobre os benefícios sociais, psicológicos e físicos na relação entre o homem e o animal.

De acordo com o levantamento, as vantagens independem da idade. Os pesquisadores da USP citam, por exemplo, um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães. Certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças de um ano quando expostas precocemente à presença de um cão. Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas. “Também foi observada a redução de rinites alérgicas por volta dos 4 anos e dos 6 aos 7, devido à redução da imunoglubina E, um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico”, afirma. De acordo com a pesquisa ainda há resistência de pessoas com filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de famílias com crianças até 9 anos. Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade. “Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona”, explica Carine.

Eu e todinho

Eu e todinho


Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos e outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente. Já no controle de hipertensão arterial, os estudos também apontam benefícios. Profissionais que viviam em condições de estresse e faziam controle do problema com medicação foram divididos em dois grupos: os que tinham cachorro ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, foi constatado que as taxas de pressão sanguínea diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães. Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais.

Rogério Pires

 


Púrusha

Segundo o Sámkhya, filosofia especulativa naturalista que surgi na Índia há 5000 anos, existia no início do cosmos apenas uma partícula condensada de consciência, que eles chamaram de Púrusha, que se traduz por homem.

Essa essência absoluta não era afetada pelas dualidades que vivemos em nossas vidas. Para ele não existia certo nem errado, claro ou escuro ele somente observava e simplesmente era, não interagia, nem era afetado por coisa alguma. Para o Púrusha os conceitos não se dividiam em pares de opostos, ele permanecia sendo o que era eternamente em todos os lugares que existiam.

Em um determinado momento, essa essência de consciência sentiu necessidade de se manifestar. Nenhum texto relata a razão pela qual esse Púrusha que era livre, perene, estático e apenas observava, sentiu essa vontade de modificação e nem quando isso ocorreu. Temos que aceitar o fato que alguns acontecimentos vão além do que nossa mente racional pode compreender, e aceitar que simplesmente assim foi.

Tanto o Sámkhya quanto o Yôga não se preocupam em responder tais questões e sim libertar o EU de tal relação. O profano não consegue perceber que seu Púrusha é estável e que apenas observa. Ele se depara constantemente com a agitação do seu emocional e não pode conceber que há por trás disto um ser perene e eterno, inabalável pelas situações externas. O Púrusha reflete-se nas emoções e nos pensamentos, muito embora ela seja essencialmente diferente deles. Tal relação cria a maior de todas as ignorâncias, a confusão do ser com o não-ser, em outras palavras da Prakriti com o Púrusha.

O que ocorre é que o reflexo do Púrusha parece agitar-se quando se envolve com a Prakriti, assim como o reflexo da lua vista na água do mar faz parecer que ela se movimenta constantemente. Muito embora o SER não faça parte da Natureza, ele se manifesta através da consciência que servirá sempre como uma bússola nos conduzindo para o que nos fará sentirmos melhor e mais perto da libertação.

Quando somos crianças nos sentimos mais perto desta manifestação real do EU. A educação e a convivência com outras pessoas vão fazendo com que nos distanciemos daquilo que realmente somos e isso invariavelmente gera dor. Dor esta que será um forte alerta de que estamos nos distanciando de nossa essência. Quanto mais dor, mais longe estamos do nosso EU. No entanto, o motivo é realmente intrigante. Por que esse Púrusha, livre e desimpedido acabou gerando algo que modificou totalmente a existência do universo e ainda o prendeu em tal criação? Como esse tipo de consciência está muito acima de nosso intelecto é impossível entender tal conceito por meio de uma ferramenta racional.

O compreenderemos em absoluto apenas quando atingirmos um nível muito elevado de lucidez, onde não há tanta interferência dos fenômenos e assim se torna possível compreendê-lo na totalidade. O que nossa razão pode por ora fazer são especulações que apenas nos aproximarão das constatações feitas pelos antigos sábios sobre as origens do universo.

Entenderemos tudo isto, apenas através de nossa intuição, estado de consciência situado acima da mente.

Poema ao Púrusha

“Vem da sua alma o que é perene. Um arco-íris que fica e uma encantadora beleza que penetra. Passa longe da sua existência o que se esvai o que estraga e extingue-se. A desgastante instabilidade não existe, e dá lugar a um deleite de SER e não de ter ou estar. Estar ao seu lado é travar contato com o que de mais perfeito a natureza conseguiu manifestar. Ou estarão tais atributos de SER acima dela mesma? Não me importarei ou conseguirei desvendar tamanho mistério, me gratifico apenas em me aproximar e existir ao lado teu.”

Por: Daniel De Nardi

http://www.yoga10.com.br/yoga10/derose_culture_filosofia/

Existem muitas formas de praticar o lúdico, o riso, a brincadeira, o bom-humor. Aliás, quanto mais se pratica, mais criativos ficamos e novas formas de se divertir com a vida surgem.

Os benefícios não param de ser estudados e relatados. Hoje, profissionais de todas as áreas da ciência e do conhecimento chegam a um consenso, embora a partir de diferentes expressões: rir é o melhor remédio. É a mais alquímica das bioquímicas. Como num texto que escrevi: rir e a droga do século. Qual século? Todos…

De qualquer forma, somente a partir de posturas positivas o cérebro apreende, registra, cria novas conexões, abstrai e transcende.

Bem, uma primeira dica: comece sua manhã com umas boas gargalhadas, dizendo-se mensagens positivas de amor por você mesmo. Como estou? O que quero realizar hoje para me sentir melhor? Cadê o sol? Cadê minha toalha cheirosa?

Rir pela manhã ao levantar, no espelho ou no chuveiro, saudando-se com umas caretas e risadas, agradecendo e celebrando o novo dia que se inicia.

Rir, rir, rir e dizer: te amo, te amo, te amo de verdade e sempre te amarei. E seguir rindo pela vida, dos seus medos, dos seus desafios, das suas culpas, das suas risadas.

Ria por 3, 5 ou 10 minutos diante do espelho, ou quando estiver sozinho no carro (grave cassetes e deixe um no carro, outro no escritório), ou quando estiver com um amigo.

Pratique a risada, o bom-humor e deixe fluir.

Pense: o riso é a menor distância entre o problema e a solução. É a menor distância entre duas pessoas. Inclusive entre o seu lado sombra e o seu lado luz. Não tem sombra que se perpetue sob o flash de um riso.

Escute as mensagens que lhe vêem através da risada. As resistências aos obstáculos inconscientes ao seu próprio bem, e a sua própria felicidade.

E, quanto mais praticar a terapia do riso, diariamente ou muito freqüentemente, um mínimo de 5 a 10 minutos, mais irá transformando suas barreiras internas. Você irá perceber uma vontade crescente e incontrolável para desfrutar, e se conectar com a risada, com a alegria e o amor.

Comece com o ra-ra-ra, re-re-re, ri-ri-ri, ro-ro-ro, ru-ru-ru e irá provocando a risada. Este iniciar já é muito engraçado.

Como estamos sempre emburrados, pré-ocupados, acelerados, desconectados com o prazer de viver, o nosso risômetro apresenta vários níveis de ferrugem e/ou esclerose.

Começamos achando que nossa risada é sem graça, é amarela, é insosa, é fraca, é dispensável, é ridícula, e blá-blá-blá. Hemorragia hilariante.

Tudo é uma questão de praticar, que rapidamente o nosso risômetro volta a ser forte, sadio e contagiante, como era quando crianças espontâneas.

A fisionomia de quem não tem o hábito de sorrir é sempre fechada, triste e séria.

Quando começamos a praticar o rir e o sorrir, ficamos muito mais bonitos. E vocês não imaginam a quantidade de alegria que irradiamos e atraímos quando estamos com os olhos brilhantes, pulsando  a alegria que vem da alma, portanto mais bonitos.

Essa é a felicidade contada sem palavras.

Eu recomendo.

A Meditação do Riso

PDF

Imprimir

E-mail

O riso tem o poder mágico de trazer à tona conteúdos da sua essência, da fonte interior. Dar sentido e significãncia à vida. Um passaporte para subir num balão, em questão de segundos, uma energia nova começa a fluir, acompanhada pelo riso e leveza inerente a ele. 

Você já observou que quando está rindo, de verdade, durante aqueles poucos instantes, acontece um profundo estado meditativo? Que o estar no corpo torna-se absolutamente óbvio? As pernas amolecem (não precisa chão), o pensa­mento pára. É impossível rir e ter as pernas e joelhos travados. Você necessariamente flexiona, amolece todo o corpo.

É impossível rir sem ter a vontade de olhar para o alto? Sem lacrimejar, sem fechar e abrir os olhos? Pois é, trata-se de um exercício natural para limpar a visão, a janela da alma.

É impossível rir sem sentir vontade de colocar as mãos no plexo e coração. Aliás, os batimentos e oxigenação aumentam, o corpo fica mais quente. Dizem que o riso é um “ducha de oxigênio”. Eu diria mais, uma gargalhada pode ser reconhecida como uma chispa que desencadeia uma descarga elétrica, responsável pela instantânea comunicação entre os hemisférios: lógico/racional – analógico/intuitivo. Ou seja, inteligência plural “acordada” pelo simples ato de gargalhar.

E o mágico: é impossível rir e pensar ao mesmo tempo. São fenômenos diametralmente opostos: ou você ri ou você pensa. Se você ainda estiver pensando, significa que o riso é apenas superficial, defasado. Será um riso cortado, desconectado da fonte e da alegria. Significa que o risômetro NÃO está frouxo.

Quando você ri de verdade, realmente, do nada, ou de tudo, a mente DESLIGA. E nesse sentido o riso pode ser uma divertida forma de acessar um estado de não-pensamemo. Naturalmente. Da mesma forma quando dançamos. Rir e dançar são formas naturais, facilmente disponíveis, gratuitas, de parar a mente. Se você dançar realmente, o pensamento pára.

É tão impensado, que a forte oxigenação provocada pelo riso, alcança poderosamente, sem freios mentais, TODAS  AS CÉLULAS, mesmo aquelas sempre bloqueadas pelas tensões e padrões comportamentais.

Na leveza do riso e da dança podemos esquecer do corpo: onde ele começa, onde ele termina? Ou, podemos ficar tão no corpo, tão nas percepções, nas sensações, na meditação, que esquecemos de pensar, julgar, criticar, negar. Lá do fundo vem uma força propulsora que nos torna leves e gratos. Daí em diante torna-se mais fácil rir e dançar, celebrar e agradecer.

Você se funde com a existência e a existência se funde com você. E se você estiver realmente rindo – não conduzindo, mas permitindo que ele te possua, te inspire – se você é possuído pelo prazer e leveza do riso, o pensamento pára.

E quando você voltar para a vida, voltar a pensar, é como quando recomeçamos um computador: está tudo pleno, fresh, consertado. Todos os programas abrem, tudo funciona: as idéias chegam!!!

Como praticar a meditação do riso diariamente? 

Super fácil. 

Sem custos, só acordar 10 minutos mais cedo… E ganhar horas durante o dia! 

Todas as manhãs, no exato momento em que você acordar, antes de abrir os olhos, se espiche como um gato. Estique cada músculo do seu corpo. Depois de 3-4 minutos, com os olhos ainda fechados, comece a rir.

Por 5 minutos, apenas ria, No começo você estará provocando-o, mas logo o próprio som da sua tentativa causará o riso genuíno. Perca-se no riso. Pode levar alguns dias até que ele realmente aconteça, pois estamos desacostumados com o fenômeno do riso. Ignoramos sobre o poder do riso. Mas não demo­rará muito e ele se tornará espontâneo e transformará toda a natureza do seu dia.

– Risus Atívus

PDF

Imprimir

E-mail


Descrição: SITOCOL ® Risus Atívus é um medicamento para quem deve se “tocar na vida”. Ou seja, ficar mais consciente que ser feliz é aqui e agora. JÁ.

Indicações: Para aqueles que nunca estão satisfeitos, que vivem reclamando, são intolerantes, pessimistas, negativos e pretensiosos. Para aqueles que acham que a vida é Ter e jamais Ser.

Que ficam cobrando o tempo todo, mas sempre esquecem de agradecer. Aqueles que não valorizam a sua vida e não percebem que vieram realizar algo importante. Para os que vivem na ilusão de ser diferente do que essencialmente são.

Indicado também para trabalhar a humildade e assentar os pés no chão. O SITOCOL ® Risus Atívus anula o hábito da comparação, e estimula o hábito da auto valorização. Seu uso contínuo desativa as atitudes de julgamento de si mesmo e dos outros, com potente aparecimento de sinais de auto-estima, e desativação total do vampirismo do sucesso alheio.

Precauções: Todos aqueles que costumam passar por desequilíbrios emocionais, e por longos períodos de baixo astral, poderão desenvolver vontade compulsiva de ser feliz. Pidões poderão ter crises de simancol e começar a agradecer e oferecer carinho e amor. Os insones começam a sentir desejos súbitos de sair para dançar e tomar SITOCOL ® Risus Atívus em vez de tomar calmantes.

Contra Indicações: Não devem tomar SITOCOL ® Risus Atívus aqueles que curtem ler revistas de fofoca, aqueles que não querem mudar (nasci assim e vou morrer assim), os ciumentos, aqueles que acham que amor é controlar, e aqueles que acham que o parceiro e os filhos são propriedades, e não almas livres que devem ser unicamente amadas. Uma contra indicação forte é para o caso de pessoas que já desistiram de ser feliz.

Efeitos Colaterais: O paciente pára de querer brigar com o mundo. Pára de sentir necessidade de ser vítima e de sabotar seus projetos de sucesso. Pára de deixar o seu poder nas mãos dos outros, e passa a assumir a responsabilidade de ter mais prazer de desfrutar a sua vida, trabalhar na conquista da sua paz e serenidade, sem delegar seu poder para ninguém.

Interrupção do Medicamento: Há registro de pacientes que regridem diante da interrupção do tratamento, culpando-se de tudo. Reativando o juiz interno que se auto cria castigos cruéis. O paciente reativa as síndromes do TENHO QUE, NÃO POSSO, IMPOSSÍVEL, DIFÍCIL, EU DEVERIA … e do SE … isso ou aquilo e muitas travas com o passado e o futuro. Na ausência prolongada do medicamento o paciente esquece de paquerar, namorar, brincar, fazer arte (nos dois sentidos), rir, gargalhar, ir ao teatro, cinema e principalmente viajar (em todos os sentidos).

Como guardar: Do lado esquerdo do peito. Na prateleira que diz: Eu aceito o que SOU e tudo o que vim realizar!

Composição: Risus Atívus – Vitânimo A (Vitalidade + Ânimo + Alegria) – Disciplinil com 0% de priguiçuz – Determinite agudis – Coragins sin medoris – Flexibilidil insanis – Celebração baianosis – Compaxis incondicionalis.

Validade: Indeterminada. Quanto mais usar, mais antioxidante e ativo ele fica.

Modo de usar: Comece com o ra-ra-ra, re-re-re, ri-ri-ri, ro-ro-ro, ru-ru-ru e vá se auto contagiando com a vontade de Ativar o Risus. Para ação mais imediata, pule, dance, fique alegre, olhe-se no espelho, que ele se misturará mais rápido dentro de você.

Superdosagem: Casos de superdosagem ocasionaram fugas de shoppings e buscas de maior contato com a natureza. Há registros de pacientes que ficam rindo à toa, e também de pessoas que começam a sentir necessidade de se alimentar com alimentos mais naturais. Alguns pacientes perderam o interesse por assistir novelas e noticiários. Em 100% dos casos acontece uma necessidade urgente de dançar, celebrar e meditar.

SIGA CORRETAMENTE AS ORIENTAÇÕES, CASO NÃO DESAPAREÇAM OS SINTOMAS PROCURE IMEDIATAMENTE UM TEMPO PARA SILÊNCIO E REFLEXÃO.

Conceição Trucom

http://www.docelimao.com.br/site/home.html


Você sabe o que é PNL?

Cérebro - PNL - Arte Digital: Henrique Vieira Filho Cérebro – PNL – Arte Digital: Henrique Vieira Filho 



Programação Neurolinguística, ou simplesmente PNL, estuda como nosso cérebro e mente funcionam, como os pensamentos são criados e, como podemos reprogramar o conteúdo de nossos sentimentos, estados emocionais e comportamentos.

É uma ciência que proporciona ao ser humano uma maneira efetiva de utilizar o cérebro para alcançar os resultados desejados. Ela faz o estudo de experiências internas, que desencadeia o autoconhecimento, e proporciona o desenvolvimento do potencial criativo.

A PNL tem uma abordagem prática que dá resultados e é cada vez mais usada em várias disciplinas no mundo inteiro.

“A Programação Neurolinguística é um processo educacional de como usar melhor o nosso cérebro.”
Richard Bandler

Como e quando Surgiu a PNL

Richard Bandler e John Grinder foram os desenvolvedores das técnicas da PNL fazendo observações, na Universidade da Califórnia. Eles conseguiram descobrir as estratégias de pessoas vencedoras, em sua área de atuação, que ultrapassavam os estados limitantes e obtinham sucesso.

Descobriram a maneira como essas pessoas criavam seus objetivos e como era a estrutura da estratégia desse processo de pensamento. Concluíram, então, que as pessoas vencedoras superavam suas limitações pessoais e potencializavam suas qualidades e recursos intelectuais. Descobriram que elas chegavam ao sucesso e tinham a capacidade de tomar decisões e habilidades para a comunicação.

A partir desses resultados, Bandler e Grinder começaram a ensinar esses padrões de sucesso para outras pessoas e, assim, descobriram que, mesmo para aqueles que não sejam um modelo de excelência, podem copiar essas estratégias e alcançar o mesmo sucesso e resultados na vida profissional e pessoal.

O que você pode obter com a PNL?

Mudar hábitos e comportamentos indesejados

Com a Programação Neurolinguística você pode superar os bloqueios que limitam seu progresso profissional e sua felicidade pessoal, em qualquer área. E você, ainda, gera novos valores, capacidades e comportamentos.

Você pode clarificar seus sonhos e conhecer as barreiras que impedem sua evolução.

A Programação Neurolingüística também é utilizada para o estabelecimento de objetivos, na eliminação do estresse, depressão e fobias, em problemas de relacionamento, na ansiedade, na falta de auto confiança e auto-estima, nos problemas de obesidade, problemas de comportamento e de aprendizado.

Melhorar sua habilidade de comunicação:

Na área profissional, as estratégias da Programação Neurolinguística têm sido uma excelente ajuda para os Programas de Qualidade, ao serem aplicadas como técnicas de persuasão e de motivação, formação de equipes, tomada de decisões, conflitos de interesses, melhorias na comunicação interna, em compras e vendas, no treinamento e desenvolvimento de carreiras e em negociações.

Reconhecer como os outros usam a linguagem para influenciá-lo.

A congruência (usar a PNL como uma ciência capaz de gerar transformações que permitam uma evolução real do ser humano), aliada à ética profissional, à responsabilidade, aorespeito, ao bom humor e, acima de tudo, à qualidade.

Resultados já obtidos com a PNL

Os inúmeros modelos de PNL desenvolvidos até o momento permitiram, entre outros resultados:

1.Harmonização rápida para fobia (10 minutos)

2.Harmonização rápida para vícios e maus hábitos, como tabagismo, roer unhas, raiva, etc….

3.Modelagem de estratégias e capacidades de pessoas e ensino a outras, incluindo:

Decisão

Aprendizagem

Leitura

Memorização

Motivação

Vendas

Estabelecimento de empatia com as pessoas

4.Resolução de conflitos

5.Harmonização para traumas intensos, como de estupro

6.Harmonização para alergias, sem medicamentos

7.Harmonização para câncer (contada por Robert Diltz no livro Crenças)

8.Mudança de crenças e convicções limitantes

9.Aperfeiçoamento de estratégias de definição de objetivos e aumento da flexibilidade de comportamento para atingi-los.

10.Aperfeiçoamento do uso da linguagem na comunicação e na representação de informações.

11.Padronização da hipnose para uso prático, voltado para resultados.

Com a abordagem e estratégias da PNL, você passa por um processo terapêutico breve, prático, focado em seus problemas, e alcança seus objetivos, pessoais ou profissionais, com excelentes resultados.

Fonte: www.sinte.com.br

Rogério Pires

Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horríveis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando até onde os demais aguentam. Quando ele fala mais alto e está mais presente que as outras pessoas que moram dentro de mim, acabo me parecendo mais com ele. É duro colocá-lo no seu lugar novamente. Muito difícil mesmo. Acho que o nome dele é Medo.

Li certa vez que o oposto do amor é o medo. E não o ódio, como pensamos. O medo afasta, divide, destrói. O ódio é facilmente revertido, pois nele mora a paixão. Quando o Medo aparece, tento alimentá-lo, perguntando: “do que você precisa?”. Às vezes ele quer colo, outras vezes ele quer ser dominado e outras ainda apenas ser ouvido. Tenho que alimentá-lo e pedir aos outros o que ele necessita. Quem sabe assim ele se acalma por um tempo. Sim, porque sei que ele está sempre ali.

“Conhecendo a nós mesmos e às várias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saudáveis”

Bom, aí surge outro carinha que mora dentro de mim. Vem surgindo duro, categórico: “de jeito nenhum! Você não precisa de ninguém. Precisa se virar sozinha! Auto-suficiência! Ademais, os outros podem deixá-la a ver navios. Não confie em ninguém!” Esse aí, também já sofreu muitas decepções e frustrações. Quer provar a todo tempo que consegue sozinho. É gordo, precisa de alta camada de proteção. Já tomou conta de mim por vários anos. E fiquei literalmente igualzinha a ele. Penso que ele se chama Orgulho.

Enquanto eles se enfrentam numa guerra sem fim, aparece alguém humilde, com a voz branda, suave e sábia. Vem dizendo: “nem todo o conhecimento vem pela razão! Dê ouvidos a ambos, mas escolha com coração o que é certo de fazer. Você consegue e pedir não diminui seus méritos. Mesmo Jesus pediu para que aquele cálice amargo dos humanos fosse afastado de seus lábios.” Essa voz me acalma. Gostaria de ser essa pessoa 100% do tempo. Não é homem, nem mulher. Tem forma etérea. Caminha com passos calmos, mas precisos e seguros. Acho que o nome dela é Amor.


Acabo pedindo aos outros que me cercam o que o Medo quer e respondo ao Orgulho que conseguimos aguentar o “não”. Algumas vezes, não conseguimos o que o Medo queria. O Orgulho sai rindo e se vangloriando, “não falei?”. Acredito que isso aconteça porque nem sempre os outros conseguem estar vestidos do Amor, assim como eu mesma não consigo ser Amor 100% do tempo. Mas procuro quem o esteja vestindo hoje, que é quando o Medo precisa. O mais surpreendente: quase sempre consigo o colinho, ou ouvidos compreensivos.

Conhecendo essas pessoas em mim e nos outros, aprendi que a impaciência, a intolerância e as agressões não são mais que o Medo gritando para não ser abandonado, para ser compreendido. Estou aprendendo com o Amor que ele nasce em primeiro lugar para nós mesmos. O jeitão do Medo não leva a lugar algum. Não consegue o que realmente precisamos.

O amor próprio possibilita o amor altruísta, generoso. Conhecendo a nós mesmos e às várias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saudáveis, vivendo de bem com a vida.

Rogério Pires

http://phatae.com/

Eu sei, mas não devia

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Marina Colasanti