Archive for julho, 2011


Compreender os sinais

Às vezes é preciso ceder ao que a vida quer.
O tempo muda as coisas, é natural.
É preciso aceitar as mudanças.

Entender que ninguém consegue controlar a vida,
porque ela é soberana e só faz o que sabe que será para o nosso bem.

Ás vezes é preciso aceitar que nem sempre
as coisas são como gostaríamos, mas sim como devem ser.
Há uma força maior que cuida de todos nós e que nos dá o melhor.
Mas é preciso saber enxergar!…

Zíbia Gasparetto

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José Alexandre Iozzi,o pai Alexandre,um dos seres mais bondosos que conheci na vida,homem que dedica a sua vida a fazer o bem e  ajudar ao próximo,esta gravemente doente,com toxicoplasmose no cérebro,na emergência do hospital Rocha Faria,precisando de oraçäo,precisando de uma transferência para um hospital melhor(de preferência um que seja referência em infectologia) e de ajuda financeira para os remédios e a alimentaçäo de seus animais,pois é o tipo de pessoa que encontra cachorros abandonados e doentes na rua e leva pra sua casa,cuida e adota.esse é o contato de sua mäe,tel 2594-1061 e sua conta para quem quiser e puder ajudar:Maria da Conceiçäo Iozzi,banco itau,agencia 9202,conta 05207-3.obrigado,Miguel Costa

O perfeito caminho de Deus

“Tem dias que trocaríamos facilmente por um outro,
que preferiríamos talvez que não existissem.
Isso por que suportamos mal os ventos contrários.
Mas Deus fez esse dia e os outros, os que passaram
e os que virão ainda e chegamos onde chegamos
porque nas dificuldades encontramos forças
para superar e continuar o caminho.
Não adianta querer passar por atalhos,
evitar o que de inevitável nos espera,
o que testa nossa paciência,
resistência e mesmo amor.
Os caminhos que tivermos que atravessar,
atravessaremos e devemos fazê-lo de cabeça erguida
e olhos postos no horizonte.
Quando Deus nos criou, traçou nossos planos,
idealizou nossa vida e projetou nossos sonhos.
A nossa liberdade de escolha, essa pela qual lutamos
com tanto orgulho, nos leva a outros campos,
outras paisagens, nem sempre as que nos são favoráveis.
Mas o amor de Deus nos busca e,
às vezes, de maneira que não esperamos.
As tempestades chegam, os barcos balançam,
as folhas caem e não podemos impedir as lágrimas.
Todo amor tem atrás de si uma grande história
e o amor de Deus tem atrás de si a história de todo o universo.
Aceitar os caminhos e as voltas da vida com o coração aberto,
ainda que ferido, é oferecer a Deus a oportunidade
para trazer-nos para junto d’Ele.
Os caminhos de Deus são perfeitos.
Os atalhos que escolhemos é que são sinuosos.
Mas se nos voltamos, temos a promessa de campos floridos,
vida serena e lindos amanheceres.”
(© Letícia Thompson)


Eternos aprendizes

Deus costuma usar a solidão
Para nos ensinar sobre a convivência.
Às vezes, usa a raiva para que possamos
Compreender o infinito valor da paz.
Outras vezes usa o tédio, quando quer
nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar
sobre a responsabilidade do que dizemos.
Às vezes usa o cansaço, para que possamos
Compreender o valor do despertar.
Outras vezes usa a doença, quando quer
Nos mostrar a importância da saúde.
Deus costuma usar o fogo,
para nos ensinar a andar sobre a água.
Às vezes, usa a terra, para que possamos
Compreender o valor do ar.
Outras vezes usa a morte, quando quer
Nos mostrar a importância da vida.

Paulo Coelho

Quando você conseguir superar graves
problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos
difíceis, mas na alegria
de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
em que foi necessário enfrentar,
mas na benção de Deus que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram
nas dificuldades. Elas serão a uma prova de sua capacidade, e lhe darão
confiança diante de qualquer obstáculo.

Chico Xavier

A mulher queimou os sutiãs, deixou os seios à mostra, e esqueceu que assim ficou sem sustentação. Afinal, eles são os símbolos, antes de tudo, da maternidade e do acolhimento. Os seios saíram desse lugar simbólico e foram expostos nas revistas masculinas, nas propagandas de televisão, cheios de silicone, inchados, alienados e artificiais, com um único significado: a sedução sexual. Esvaziaram-nos. Que mensagem é esta que está sendo transmitida às próximas gerações? A mulher não queria mais o lugar da colheita, da esposa e da mãe. Sentindo-se incompleta, e inferior ao homem, rebelou-se contra sua própria natureza, não atentando para o fato de que esta faz parte de sua essência feminina. A busca de um novo lugar a remeteu ao lugar do outro. Ela deveria buscar um novo lugar na sociedade, um novo lugar dentro do feminino, e não um lugar competitivo com o masculino. Não nego que a mulher sofreu e sofre ainda, em muitas sociedades, discriminação e subordinação a um mundo machista. Todavia, não podemos esquecer que a mulher tem uma enorme participação na transmissão dos conceitos na cabeça de seus filhos homens e mulheres. O tempo afetivo não caminha junto ao tempo cronológico. Talvez, por isso, *Cronos tenha engolido seus filhos. As mães perdem a noção do tempo percorrido ao cuidarem de sua prole. Talvez porque o tempo afetivo dedicado seja tanto e tão intenso que se torne imensurável. E, de repente, não mais que de repente, os filhos crescem e desprendem-se delas. Mas quem as prepara para isso? Quando eles nascem, o cordão umbilical é cortado pelo médico, que as avisa que, a partir daquele instante, o bebê terá um corpo próprio, mas ainda muito dependente delas. As mães cuidam da pequena criatura durante anos a fio, e enquanto sua psique acostuma-se a essa ligação intrínseca, o cordão imaginário mantém-se ali, unindo-os. O tempo não para e a cria continua crescendo. O cordão torna-se um fio cada dia mais fino. Os fatos e o mundo não cansam de invadir essa relação, lembrando-lhes de que estão perdendo o controle e que, na verdade, nunca o tiveram, pois a vida do filho independe da mãe. Quando essa ficha cai é uma questão de desespero. Cadê o cordão umbilical? Cadê o fio imaginário? Cadê a minha outra parte? A mãe percebe-se fraca porque não pode manter a cria intacta e livre do mal que há no mundo. Além disso, a perda do poder é uma das piores vertigens que uma mãe pode sentir. Adquirir a consciência de que não tem a capacidade de proteger sua cria de todos os obstáculos e predadores é uma das tarefas mais árduas da maternidade. E assim segue a mulher da atualidade: forte, frágil, insegura, esposa e mãe, por um caminho tortuoso e incerto. Mas segue sem medo em busca do seu verdadeiro lugar.