02 de outubro, dia de finados, dia dos mortos.
Título invertido? Não, título com a devida reversão.
O confinamento criado e desenvolvido pelos senhores da matrix, foi tão preciso, tão minuncioso que raramente encontramos algum conceito neste mundo que não tenha sido invertido.

Somos nós que estamos “mortos”. Este planeta também confinado, transformado em prisão e privado da Luz, abriga todos aqueles que vieram experimentar a “morte”, ou seja, o desligamento com a Fonte.

Ironicamente a manipulação conseguiu que os “mortos” pensassem que estão vivos. E é por este equívoco que eles fazem questão de manterem-se presos e, se possível, querem se eternizar confinados neste corpo de carne de curto prazo de validade e em constante necessidade de manutenção. Outra engenhosa manipulação foi o sistema de crenças através das religiões que os fez acreditar em ter medo de “morrer”, ou melhor, medo de ir para a sua verdadeira Liberdade.

Alguém ainda acha que eu estou inventando ou exagerando? Então vou falar um pouco sobre a sua escravidão: Primeiramente, todos são DESEDUCADOS, pois a verdadeira educação é nos mostrada como “errada” baseado no falso e catastrófico conceito de “bem”. Logo após a infância, todos os indivíduos começam a sentir o peso das “obrigações”, eu não falo de deveres, eu falo das cobranças desta humanidade que obrigam ao condicionamento sócio-econômico. Os mortos-escravos estudam e depois trabalham todos os dias, pois os senhores da matrix dividiram os dias/meses/anos para disfarçar a noção de escravidão.

Usando o exemplo de um pai de família de classe média, vou falar superficialmente como se vive 90% dos anos de vida deste indivíduo. O escravo acorda bem cedo, mal humorado, se alimenta mal, antes de sair para o trabalho ele enfrenta um ou mais transportes precários, tem um ambiente de trabalho insatisfatório, se alimenta inadequadamente durante o dia, o mal humor é constante, ganha pouco, a volta pra casa é estressante, chega em casa e encontra problemas familiares, o cansaço daquele dia é imenso, o tempo de descanso não é suficiente para recompor o dia cansativo, perde-se tempo em frente a uma caixa que tem imagens, fala mentiras e mantém a ilusão. Agora é hora de dormir pois o cansaço daquele dia é imenso, muitos sofrem de insônia, dorme-se muito mal e tudo recomeça com a mesma rotina com pequenas diferenças no dia seguinte. Isso é religiosamente sofrido por 5 ou 6 dias da semana com 1 ou 2 dias de suposto descanso. E desde quando o indivíduo que tem essa rotina, consegue radicalmente silenciar a mente? Nunca. Então, de descanso ele não tem nada.

Continuando a escravidão, são 365 dias do ano contra 50 a 70 dias de suposto descanso. Ou trabalhe 7 e descanse 1 ou 2. Ou viva 70 anos e, se conseguir, desfrute apenas 7 ou 10. Este é o preço da escravidão dos “escravos-mortos” e eles não percebem. Eles dizem que são felizes, eles se agarram a essa de “vida de escravo-morto” e dizem que amam viver, dizem que são abençoados e dizem que se amam. Mas o pior, dizem que são seres inteligentes.

Será que alguém questionou sobre a existência deste sistema para satisfazer àqueles que criaram este confinamento? Eles se alimentam do seu sofrimento, da sua ignorância, do seu ódio, do seu medo, do seu egoísmo, do seu preconceito, da sua burrice em se achar inteligente, de suas emoções sejam elas quais forem, das suas guerras, pois eles sustentam os dois lados.

O sistema de servidão é tão bem feito, que o “escravo-morto” nada percebe e está sempre pronto a servir sem desconfiar ao que ele presta. Um dos muitos exemplos de manipulação social é o calendário criado para os escravos seguirem à risca. No Brasil por exemplo, o ano é iniciado com muitas dívidas devido ao anterior fim de ano com suas “festas”. Então, o janeiro endividado, fora as despesas fixas mensais, têm os impostos de IPVA, IPTU, para quem tem filhos, as matrículas escolares, material escolar e outras continhas.

Fevereiro, ahhhhh o que são 4 dias de carnaval para animar os escravos de um ano inteiro? E mais gastos com a folia são acumulados.

Finalmente março chegou, não tem datas comemorativas, mas é o mês que o escravo tem que trabalhar dobrado para pagar as dívidas e separar dinheiro para o mês de abril, pois vem aí a semana santa com as despesas das ceias e a Páscoa com os ovinhos de chocolate para o trouxa ficar a mercê da mídia bombardeando de todas as maneiras, que ele tem que comprar. Mas só não alertam que ele também tem que pagar. E para tripudiar com você, você tem que explicar aos seus filhos que coelhos não põem ovos, muito menos de chocolate.

Abril se foi e ele desesperado com as dívidas, tem que se entregar mais ainda para pagar todas as despesas que o calendário vem lhe impondo através de muitas chantagens sociais e midiáticas. Mas o ano só começou e a escravidão continua, pois maio é o mês das mães e das noivas, ou seja, sempre tem um FDP que manda convite de casamento, pois quando se trata de ser convidado para um casamento, tenha certeza que estão contando com o seu valioso presente. Agora o dia das mães, mesmo se a sua já foi, mães de braços abertos querendo presentes não faltam. Esposa, sogra, etc.

Ahhh mês de junho, mas logo na semana seguinte do dia das mães em maio, já começa a mídia a bombardear sobre o 12 de junho, dia dos namorados. As chantagens em todas as mídias te pressionam a gastar e se endividar mais ainda. A sua esposa diz que é a sua eterna namorada a cada comercial visto falando da data, esse “amor” desaparece a partir do dia 13.

Chegaaaaaaaa, estamos no meio do ano e até agora eu só paguei, paguei e paguei com todas as minhas energias. Mas se você tem filhos, sorria, julho é o mês de férias escolares e mais uma vez você tem que enfiar a mão no bolso e dizer que é feliz e ama a vida.

Passou o meio do ano e chegou agosto, obaaaa, é meu mês, dia dos pais. Mais mídias enchendo o saco com as campanhas emocionalmente apelativas. E coitado do “escravo-morto”, a sua esposa lhe pede dinheiro fingindo que é para fazer algo. Mas você sabe que ela está mentindo, pois ela na verdade vai comprar um presente para o seu filho lhe dar cumprindo aquele teatro, aquela farsa social de lhe presentear no dia dos pais.

Calma, o ano ainda não acabou, trabalhe mais, faça extras e se esforce, pois em setembro só tem os aniversários da sogra, do afilhado, da esposa, do filho, do amigo, do chefe, etc. Gaste como um condenado e pague tudinho para, no final, dizer que essa vida é maravilhosa. Pois você tem medo de “morrer”. Te enfiaram isso na cabeça desde muito cedo para o medo te manter escravo deste sistema.

Ainda em setembro, a mídia mais uma vez ataca com as campanhas de presentes para o dia das crianças em 12 de outubro. Você está criando um monstrinho deseducando-o com seus exemplos de pai dedicado na burra e estúpida maneira de viver a sua vida para agradar a sociedade.

Finalmente chegou novembro, é o mês que ele respira aliviado porque a oferta de crédito na praça é grande devido às festas de fim de ano. É o mês que ele mais gosta dentre os muitos anos desde que constituiu uma família. É em novembro que ele pega um empréstimo no banco, pois o do ano anterior as prestações terminaram em agosto. E com este empréstimo ele poderá saldar as dívidas acumuladas deste ano inteiro e, se deus quiser, vai sobrar um dinheirinho para bancar as festinhas de natal e ano novo. Nossa, este é um momento de grande felicidade do “escravo-morto”, pois ele vai conseguir ter “momentos” maravilhosos neste fim de ano.

E no dia 31 de dezembro às 23:59 ele diz: eu sou feliz, obrigado meu deus, passei um ano maravilhoso, com saúde (usei um exemplo que não teve gastos com a saúde) e muita felicidade junto à minha família.

Felicidade? Quando? Família? Família é isso, uma cambada de dependentes chantagistas que só sabem pedir. Mas não esqueça que você já foi membro familiar deste modelo imbecil de relacionamento sócio-humano-econômico.

Trabalho? Ou escravidão?
Felicidade? Ou Miséria?
Ele está vivo com saúde? Ou é um escravo-morto?
Deus de pessoas confinadas? Ou a Fonte na Liberdade?

Diante deste relato de escravidão que se repete ano após ano durante 60, 70 ou 80 anos de cada ser “morto” neste mundo, o indivíduo tem medo de ir para sua Liberdade, mesmo sabendo o que ele passa depois de ler este simples texto. Eles querem manter essa vidinha miserável, pois é só isso que eles conhecem.

Hoje, no dia dos “vivos”, eles choram e lamentam por quem eles julgam “mortos”. Eles deveriam comemorar por aqueles que se libertaram desta escravidão, mas na verdade não percebem que choram pelos seus sofrimentos neste planeta prisão.

Querem a Vida, querem a Liberdade? Então extraiam-se deste sistema. Ou mantenham-se “escravos-mortos e felizes”. Só se consegue se extrair deste mundo, quando conseguimos compreender como as pessoas que sustentam ele funcionam. A fuga é uma covardia e uma vergonha, esta auto-extração deve ser de maneira honesta consigo mesmo, sem auto-enganação. E extrair-se deste mundo não significa a “morte” na visão dele, ou a sua ida para a Liberdade. A sua passagem aqui tem muitos propósitos, e entre muitos, há o de extrair-se e aprender com o funcionamento dele, embora completamente burro e equivocado.

É extremamente proveitoso ao seu aprendizado quando você se extrai do sistema e observa os escravos indo e vindo como zumbis. Esta posição de observador te permite compreender o que e como a matrix se move e, se necessário for, desestabilizá-la. Afinal de contas, não viemos aqui passear, não viemos aqui simplesmente aprender. Nós viemos aqui atuar. E a regra do “jogo” exige que você nasça em condições de igualdade com todos os “escravos-mortos”.

Ele falou do pior sistema de relacionamento, aquele chamado “família”. Este sistema vai ou não vai cair? Você quer derrubá-lo ou quer ser derrubado com ele?
Eu ainda sou filho, irmão e pai. Mas não sou chantegeado ou escravo disto. Estou nisso mas não vivo nisso. É simples assim.

Esta é a imagem de quem se acomoda, gosta, diz que é feliz e é refém do “medo de morrer”. O medo de ser Livre. O medo de se Religar. O medo de Amar. O medo da Inteligência. O medo do que para ele é desconhecido.

Esta também é a imagem de quem insiste em ficar na resistência para manter este confinamento de almas. É a imagem daqueles que fogem de si se comportando como zumbis que não têm o mínimo controle sobre suas reações.

É ou não é uma estupidez manter-se confinado? Pois disso você pode sair. Você não é obrigado, de maneira alguma, a sofrer como a manada. Você pode, se quiser, extrair-se do confinamento. E depois de muitos esclarecimentos, se ainda houver alguma dúvida, acomodação ou medo de “morrer”, é porque você merece mesmo, você precisa disso. E este comentário não é um julgamento, é apenas uma constatação.

É um ou outro. Vai ser a 3DU ou a 5D, ambas são lucro. Mas o pequeno detalhe de uma para outra está apenas no seu empenho para consigo mesmo.

Eu sou vivo e estou vivo num planeta de “mortos” que pensam estar vivos.

E você?

Eu sou Um, e gosto disso!!!

Anthonio

Em tempo: Qualquer justificativa para manter-se confinado, é pura falta de inteligência. Nada justifica a burrice. Aquele que diz que tem o que pagar, sustentar, comer, beber e honrar seus compromissos, me perdoe, mas ele se comporta como um ser extremamente limitado.

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